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Pautas | TV Cultura | 17/05/2013 16:36:18 | 316 Acessos
"Lobato queria modernizar o país, consertar a economia e a saúde do Brasil", conta Vladimir Sacchetta, no Provocações Programa da TV Cultura, apresentado por Antônio Abujamra
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 Um dos maiores pesquisadores de Monteiro Lobato, Wladimir Sacchetta é o convidado do Provocações desta terça-feira (21/5), às 23h, na TV Cultura. Na conversa com Antônio Abujamra, ele conta que Lobato foi estigmatizado como inimigo da Arte Moderna por não participar do movimento de 1922. Apesar da recusa, o escritor defendia a realização de uma Semana de Arte Brasileira. Nacionalista de carteirinha, ele sempre foi a favor da modernização do Brasil. “Lobato ia além dessa modernidade formal, ele queria modernizar o país, consertar a economia, consertar a saúde e discutia a importação dos valores artísticos e estéticos de forma crítica”, explica Wladimir.

Sacchetta conta que esse estigma começou em 1917 e se concretizou na famosa exposição da Anita Malfatti, quando Lobato publica a crítica da exposição Paranoia ou Mistificação, em 1920, no jornal O Estado de S. Paulo . “A partir desse episódio, construiu-se um Monteiro Lobato que era retrógrado, conservador, careta do ponto de vista artístico, um anti-modernista. A Semana de Arte Moderna colocou-se como um marco zero da cultura. Antes dela todos os escritores, autores e pintores foram para o lixo”, afirma.
Como profundo conhecedor da obra de Monteiro Lobato, Wladimir rebate as críticas que acusam Lobato de racista, dizendo: “Não se pode ler o Lobato da década de 1920/1930 com o olhar do politicamente correto do século XXI. A Dona Benta era a detentora da cultura erudita. A Tia Anastácia era a cultura popular, era quem resolvia as coisas do cotidiano do Sítio do Pica-Pau Amarelo, como portadora de uma cultura popular secular”.

O pesquisador lembra que seu primeiro contato com a literatura foi com o escritor. “Monteiro Lobato entrou na minha vida como entrou na vida da minha geração. Sempre escreveu o que quis escrever. Ele sempre foi um homem movido pela sua imaginação, sua literatura”.

Além de pesquisador, Vladimir Sacchetta também participou da criação do Museu da Língua Portuguesa e do Museu do Futebol em São Paulo. Também é fundador da Sosaci (Sociedade dos Observadores de Saci) “A Socaci nasceu em 2003, por um grupo de 13 pessoas indignadas com a invasão das bruxas do Halloween”, explica.

 

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