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Pautas | Acontece Comunicação e Notícias | 19/02/2018 09:49:07 | 327 Acessos
Câmara Municipal quer aplicação imediata da Lei que orienta gestantes sobre o risco da ingestão de álcool aos bebês
Recente estudo americano traz números assustadores dos estragos da Síndrome Alcoólica Fetal

Em 2016, a Câmara Municipal de São Paulo aprovou a Lei 16.563, de autoria do vereador Gilberto Natalini (PV), que dispõe sobre diretrizes para a conscientização da Síndrome Alcoólica Fetal.

A Lei foi produto de esforços da comunidade médica, particularmente de especialistas da Sociedade de Pediatria de São Paulo (SPSP) que constataram o altíssimo índice de desinformação entre as gestantes consumidoras de bebidas alcoólicas, sobre o efeito desta droga no feto.

Aliás, já há comprovação científica de que a exposição pré-natal a qualquer tipo e quantidade de bebida alcoólica pode acarretar problemas graves e irreversíveis ao bebê. Eles podem revelar-se logo ao nascimento ou mais tardiamente e perpetuam-se pelo resto da vida. A Síndrome Alcoólica Fetal (SAF) apresenta diversas manifestações, desde malformações congênitas faciais, neurológicas, cardíacas e renais, mas as alterações comportamentais estão sempre presentes.

O objetivo da legislação é combater a desinformação, possibilitando que as futuras mães saibam os riscos a que estão expondo seus bebês. Ocorre que a lei não vem sendo aplicada, portanto não gera os efeitos esperados.
Sendo a SAF um grave problema de saúde pública, a Câmara acaba de encaminhar ao secretário municipal de Saúde, Wilson Pollara, Ofício nº 46 /2018, solicitando medidas para o cumprimento urgente da normativa.
Novo estudo americano traz resultados assustadores

Recente estudo divulgado nos Estados Unidos, com cerca de 14 mil crianças filhas de mães que beberam durante a gravidez, traz resultados assustadores; e já está mudando os protocolos de ação dos médicos.
As crianças de San Diego e outras três cidades americanas foram acompanhadas durante anos e suas mães entrevistadas. Deste grupo, somente duas tinham diagnóstico inicial de Síndrome Alcoólica Fetal. No entanto, após a pesquisa, concluiu-se que 222 eram portadoras da SAF.
Os médicos dos Estados Unidos já estão orientando as mães a não ingerir uma só gota de álcool, seja de qual bebida for, não apenas durante a gestação, mas a partir do momento em que decidem engravidar.

Não há dose de segura, conforme tem destacado constantemente a Sociedade de Pediatria de São Paulo. O álcool atravessa a placenta e isso pode gerar transtornos irreversíveis, dos mais graves a situações como atrasos de desenvolvimento, de aprendizado, entre outros.

“Bebês com SAF podem ter alterações bastantes características na face, as chamadas dismorfias faciais. Além disso, em alguns quadros ocorre baixo peso ao nascer devido à restrição de crescimento intrauterino, e o comprometimento do sistema nervoso central. Essas características são altamente sugestivas para o diagnóstico no período neonatal”, comenta Claudio Barsanti, presidente da SPSP.

No decorrer do desenvolvimento infantil, o dismorfismo facial atenua-se, o que dificulta o diagnóstico tardio. Permanece o retardo mental (QI médio varia de 60 a 70), problemas motores, de aprendizagem (principalmente matemática), memória, fala, transtorno de déficit de atenção e hiperatividade, entre outros. Adolescentes e adultos demonstram problemas de saúde mental em 95% dos casos, como pendências com a lei (60%); comportamento sexual inadequado (52%) e dificuldades com o emprego (70%).

Sobre a SAF

A SAF contabiliza, mundialmente, de 1 a 3 casos por 1000 nascidos vivos. No Brasil não há dados oficiais do que ocorre de norte a sul sobre a afecção; entretanto, existem números de universos específicos.

Para ter uma ideia, no Hospital Municipal Maternidade-Escola de Vila Nova Cachoeirinha, um estudo com 2 mil puérperas e seus filhos apontou que 33% bebiam mesmo esperando um bebê. O mais grave: 22% consumiram álcool até o dia de dar à luz.

“É fundamental ressaltar que o melhor caminho é realmente a prevenção” completa a Dra. Conceição Aparecida de Mattos Ségre, do Grupo de Prevenção dos Efeitos do Álcool na Gestante, no Feto e no Recém-Nascido da Sociedade de Pediatria de São Paulo (SPSP). “Não há qualquer comprovação de uma quantidade segura de bebida alcoólica que proteja a criança de qualquer risco. Neste caso, a gestante ou a mulher que pretende engravidar deve optar por tolerância zero à bebida alcoólica”.

Características

O conjunto de efeitos decorrentes do consumo de álcool, em qualquer dosagem ou período da gravidez, é chamado de “espectro de distúrbios fetais relacionados ao álcool”, que inclui a SAF. A frequência dessas implicações varia conforme etnia, genética e até mesmo a quantidade ingerida. Isso não significa que todos os bebês expostos serão afetados, mas a probabilidade é alta.


Campanha SPSP

A Sociedade de Pediatria de São Paulo, em conjunto com a Sociedade Brasileira de Pediatria, mantém a campanha permanente #gravidezsemalcool visando conscientizar as futuras mamães sobre o risco da ingestão de qualquer quantidade de álcool durante a gestação.

A iniciativa estimula o combate à Síndrome Alcoólica Fetal (SAF). Tem apoio institucional da Associação de Ginecologia e Obstetrícia do Estado de São Paulo (SOGESP), contando ainda como parceiras a Academia Brasileira de Neurologia, Associação Paulista de Medicina, Associação Brasileira das Mulheres Médicas, Marjan Farma e Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (FEBRASGO), além da Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo.

 

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