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Pautas | Key Press Comunicação | 24/06/2019 09:47:00 | 109 Acessos
Criptomoeda do Facebook será a porta de entrada para bilhões de pessoas ingressarem no mundo do dinheiro digital, diz diretor da Bomesp
O porta-voz Fernando Barrueco afirma que o anúncio da Libra é um avanço gigantesco; segundo ele, as empresas vão começar a olhar com mais interesse para as vantagens de se relacionar com seus públicos sem intermediários

 Para o diretor da Bomesp (Bolsa de Moedas Virtuais Empresariais de São Paulo) Fernando Barrueco a criação da Libra, criptomoeda do Facebook anunciada oficialmente nesta terça-feira, 18, vai acelerar a disrupção da economia, fortalecendo o elo de confiança entre empresas e seus consumidores. “É um avanço gigantesco para uma economia distributiva no cenário atual. Afinal, em um curto espaço de tempo este novo criptoativo será a porta de entrada para 2,6 bilhões de pessoas no mundo -- e cerca de 130 milhões de brasileiros -- ingressarem imediatamente no mundo do dinheiro digital”, diz Barrueco.
Segundo ele, ao oferecer um meio de pagamento inclusivo, que incorpora os desbancarizados e elimina intermediários para operações financeiras, sem oscilações bruscas em seu sistema, a iniciativa do Facebook vai encorajar outras empresas a investirem também em suas próprias criptomoedas. “Teremos aí um mainstream, um movimento que vai ecoar em todas as demais companhias, que, mais dia ou menos dia, irão se abrir para projetos semelhantes”, afirma Barrueco. “A partir de agora, as empresas como um todo tendem a descobrir as vantagens de se relacionar com seus públicos sem intermediários.”
“A entrada de uma stablecoin, baseada na cadeia econômica de produtos e serviços, é o que defendemos desde o início das operações da Bomesp”, diz ele, referindo-se ao lançamento da Bolsa de Moedas Virtuais Empresariais do Estado de São Paulo no mercado global, em 2017, com o lançamento da Niobiun Coin (NBC). “Nós sempre dissemos que o desenvolvimento de uma economia distributiva não viria com a ascensão do bitcoin, mas com as stablecoins, atrelada a uma moeda estável, portanto não sujeita a volatilidade, agilizando assim pagamentos e trocas”, reforça ele.
“Como consequência, vamos ver mesmo empresas bastante conservadoras passando a entender o blockchain como uma tecnologia segura”, comemora o especialista, que participou do Marco Civil da Internet no Brasil.
O especialista acrescenta que um dos impactos mais importantes, a seu ver, é o empoderamento das pessoas. “Isso ocorre porque, com a entrada das empresas no Blockchain, ocorre a retirada de intermediários, que encarecem todo o sistema financeiro global. Ao passo que, quando as pessoas assumem o protagonismo frente a seus próprios recursos, com a democratização das formas de pagamento e de troca, elas passam a ter acesso a esse mundo financeiro de forma mais facilitada. Enfim, todos ganham”, avalia ele.
Ele ressalta ainda que, com a Libra, a empresa de Mark Zuckerberg inaugura um novo modelo de negócios, voltado agora prioritariamente para o mercado financeiro. “Para garantir a estabilidade da Libra, ela terá lastro em moedas fiduciárias, como dólar, evitando, com isso, oscilações bruscas”, explica.
“É a segurança que faltava para os empresários, que se afastaram das criptomoedas, pelo receio da volatilidade puxada pelo bitcoin no ano passado, como adoção como forma de pagamento de seus produtos e serviços”, diz ele. “Mas todos vão fazê-lo de forma mais madura e consciente, agora com mais conhecimento”, explica.
A proposta do Facebook foi apresentada como “uma moeda global simples” numa “estrutura financeira que empodera bilhões de pessoas”. Para isso, contará com wallet própria, a Calibra, levando tecnologia blockchain para dentro do Whatsapp, do Messenger e de um aplicativo exclusivo em parceria com um grupo de gigantes como Paypal, MasterdCard, Visa, Uber entre outras, em uma rede organizada através da Libra Association, sem fins lucrativos, com lastro de 1 bilhão de dólares.
De acordo com Barrueco, a Libra se baseia em filosofia e objetivos semelhantes aos da Bomesp e sua moeda de referência, o Niobium Coin (NBC). “A Libra tem tudo para ser um divisor de águas e seus efeitos já se fazem sentir”, completa.

Sobre a Bomesp: pioneira no mercado de criptomoedas empresariais, a Bolsa de Moedas Virtuais Empresariais de São Paulo (BOMESP) permite que empresas dos mais variados portes e segmentos emitam moedas digitais próprias, para serem usadas também no cotidiano das pessoas. Desenvolvida pela Fundação Niobium, a Bomesp utiliza tecnologia de última geração, em um sistema de negociação de alta eficiência, semelhante às maiores instituições financeiras norte-americanas e globais, como NASDAQ Stock Market, JP Morgan Chase, Bank of America, Crédit Suisse e Goldman Sachs. Por trás da Bomesp está a Fundação Niobium, entidade internacional sem fins lucrativos que congrega algumas das maiores autoridades mundiais na área de criptoativos. Para atender às necessidades dos usuários de sua plataforma, a Bomesp desenvolveu um sistema capaz de processar 10 milhões de transações por segundo, com apenas 40 nanosegundos de latência de processamento em cada negociação, possibilitando vantagens competitivas para as operações em nível global. A velocidade é sete vezes mais rápida que a maior plataforma de criptos atual, incluindo as maiores exchanges de todo o mundo. Para outras informações, acesse www.bomesp.org. Já para negociar visite www.bomesp.com .

Sobre a Fundação Niobium: entidade internacional sem fins lucrativos, a Fundação Niobium congrega algumas das maiores autoridades mundiais em moedas virtuais. Entre os brasileiros que participam do grupo estão Fernando Barrueco, Alessandro Brandão e Vanda Scartezini. Especialista em Direito Digital, Fernando Barrueco é mestre em direito tributário pela PUC/SP, sócio da Perrotti e Barrueco Advogados, além de presidente da diretoria da Fundação Nemirovsky na Pinacoteca do Estado de São Paulo. Alessandro Brandão é pós-graduado em Análise de Sistemas, com MBA em Gestão de Negócios para Executivos pela Fundação Getúlio Vargas e sócio fundador da Intec TI Logística, responsável pelos parques tecnológicos da Cielo e da Rede no Brasil. Vanda Scartezini é engenheira eletrônica, professora na Escola Politécnica de Engenharia da Universidade de São Paulo (POLI-USP). Scartezini assumiu por duas vezes cargos de secretária no governo federal -- Secretária de Tecnologia do Ministério da Industria, Comércio Exterior e Serviços (MDIC) e Secretária de Política de Informática do Ministério de Ciência e Tecnologia (MCT) -- e, foi presidente do INPI (Instituto Nacional de Propriedade Industrial).
Informações para a imprensa: Key Press Comunicação
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